Métodos de pesquisa

Aventuras qualitativas

Concomitantemente com a disciplina de estatística, resolvi fazer um curso de métodos qualitativos de pesquisa. No início, encarei as aulas como uma experiência adicional. Ledo engano! Tudo mudou… As idas a campo propostas pelo professor como atividade para realização do trabalho final transformaram minhas perspectivas de pesquisa. Fiquei fascinada pelas novas possibilidades de investigação ao conhecer um pouquiiiiiiiiinho os métodos qualitativos, os tipos de problemas passíveis de formulação, os desafios inerentes à entrevista (por exemplo) como técnica de coleta de dados e a complexidade a ser enfrentada no momento de análise dos resultados. Francamente, nunca pensei que isso pudesse acontecer. Na realidade, a principal lição que aprendi deste episódio é a de que devemos estar abertos a novas experiências, aproveitando principalmente a fase em que somos estudantes. Percebi que minhas convicções estavam relacionadas com falta de auto-conhecimento e ignorância arraigada. Não sei se conseguirei avançar em minhas aventuras nos meandros dos métodos qualitativos… Vontade não me falta! Como na postagem anterior, termino dizendo: continuo estudando. Vamos ver no que dá!

Apresentações sobre o tema

4 comentários

  1. A pesquisa qualitativa é fascinante, mas também esconde ou expõe imprecisões, além de ser sempre um recorte feito pelo pesquisador, sempre muito ligado a sua perspectiva pessoal, aos seus interesses, as suas interfaces com o social.Desta forma, é fundamental enxergarmos que é preciso operacionalizar resultados a favor da rápida promoção de melhorias e mudanças em função do \”problema\” de pesquisa.O trabalho de campo sempre é muito gratificante, pois é neste processo que participamos ativamente da apropriação de novos conhecimentos.Cleon Gostinski

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  2. Eu concordo contigo Cleon. Contudo, faço ainda uma ressalva: acho que a perspectiva pessoal e o recorte estão sempre presentes, mesmo quando utilizamos métodos quantitativos. Talvez, nos métodos qualitativos, a fragilidade é mais evidente! De qualquer modo, o pesquisador deve estar sempre vigilante, buscando adotar com o máximo rigor os procedimentos metodológicos.

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  3. enfatizando a resposta da letícia pro cleon.eu penso que o método quantitativo é duro e contempla, pelo menos a meu ver, ainda mais o recorte e a perspectiva pessoal. principalmente no que tange ciências humanas e sociais.

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