A vida, suas renovações e duas constantes : livros e sistemas de informação.
Agradecimento infinito à @edufba, UEFS, UNEB, UFRN, UESC e UESB:
nos reuniram de forma tão significativa e afetiva em nosso encontro anual da @abeu_editoras
Tive o privilégio de mediar a roda de conversa intitulada “Gerenciamento e distribuição de metadados de livros de acesso aberto: desafios e boas práticas” com Amanda Ramalho (SciELO Livros), Édgar García Valencia (Universidade Nacional Autônoma do México) e Gustavo Saldanha (IBICT- Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovação)
A conversa foi riquíssima: quando falamos de metadados, parece que tratamos de aspectos friamente técnicos, mas no fundo (no fundo) o que está em jogo são processos profundamente humanos. Este tema de infraestrutura de informação tem, na verdade, alto impacto na cultura de informação, amplia a visibilidade do livro no ambiente digital (lugar hegemônico de descoberta pelo uso que fazemos do celular para tudo).
Como estratégia de circulação do conhecimento, a conversa se conectou com duas rodas que a antecederam sobre a crise da leitura e as cooperações como recurso de fortalecimento das iniciativas de produção e acesso ao livro.
Contudo, não havia como escapar, havia uma ênfase fortemente técnica. Assim, tratamos de padronização de dados, do uso de identificadores persistentes e da interoperabilidade e integração de sistemas de informação científica. Abordamos o papel das infraestruturas abertas de metadados, das políticas públicas que as garantem e de sistemas robustos que organizam, disseminam e monitoram a produção editorial.
Tudo isso para afirmar a necessidade de contaminação das plataformas digitais usadas pelas pessoas em seu cotidiano com metadados de livros acadêmicos. Fazer isso como estratégia fundamental para a circulação internacional do conhecimento publicado pelas editoras universitárias latino-americanas.
Este é um registro de encantamento. Independentemente da abordagem, o Livro nos reúne: essa linda invenção humana que vem se reinventando ao longo da história como instrumento a serviço de todas as outras invenções.
@editoradaufrgs presente!




