Em “Não fossem as sílabas de sábado”, Mariana Salomão Carrara conta uma história tristíssima e bela, com um baita texto. Como escreve essa moça!
Um suicídio que acarreta um homicídio acidental refaz uma família, que passa a ser formada na amizade de Ana e Madalena em vínculo que se estabelece pela tragédia. Luto e culpa, que sem o devido cuidado podemos carregar por tempo longo demais, são os fios condutores desta história, que torna-se apenas imperdível por sua narrativa de incomparável poesia.
Uma ressalva muito pessoal: o livro pode trazer gatilhos! Em minha opinião, leia quando estiver bem, quando sua vontade de ler um lindo texto for mais forte do que o risco de ceder à tristeza.
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